Fado da partilha
Já não te peço o retrato
há muito me prometeste,
dessa jura te desato
e de Qantas mais fizeste.
Ali estavas em menino
com uma palmeirinha ao lado,
e uma linha meu destino
Ninguém a tinha traçado.
O colete dei de te
em damasco de cetim,
Ainda que mande uma lei,
Não o quero para mim.
Só desejo destruas
como cartas te escrevi,
Hei-de ficar de mãos nuas
firme diante de ti.
Se alguém disser perdemos
o era de esperar,
se morremos na espuma da preia-mar.
há muito me prometeste,
dessa jura te desato
e de Qantas mais fizeste.
Ali estavas em menino
com uma palmeirinha ao lado,
e uma linha meu destino
Ninguém a tinha traçado.
O colete dei de te
em damasco de cetim,
Ainda que mande uma lei,
Não o quero para mim.
Só desejo destruas
como cartas te escrevi,
Hei-de ficar de mãos nuas
firme diante de ti.
Se alguém disser perdemos
o era de esperar,
se morremos na espuma da preia-mar.
Credits
Writer(s): Mário Cláudio, Ricardo Dias
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