Brasil Mestiço Santuário Da Fé
Vem desde o tempo da senzala
Do batuque, da Cabala
O som que a todo povo embala
O som que a todo povo embala
E quanto mais forte o chicote estala
E o povo se encurrala
O som mais forte se propala
O som mais forte se propala
E é o samba
É o ponto de Umbanda
E o tambor de Luanda
É o Maculelê e o lundu
É o Jongo e o Caxambú
É o Cateretê, é o Côco e é o Maracatu
O atabaque de Caboclo, o agogô de Afoxé
É a curimba do batucajé
É a Capoeira e o Candomblé
É a festa do Brasil mestiço, santuario da fé
E aos sons a palavra do poeta se juntou
E nasceram as canções
E os mais belos poemas de amor
Os cantos de guerra e os lamentos de dor
E pro povo não desesperar
Nós não deixaremos de cantar
Pois esse é o único alento do trabalhador
Desde a senzala...
Vem desde o tempo da senzala
Do batuque, da Cabala
O som que a todo povo embala
O som que a todo povo embala
E quanto mais chicote estala
E o povo se encurrala
O som mais forte se propala
O som mais forte se propala
E é o samba
É o ponto de Umbanda
E o tambor de Luanda
É o Maculelê e o lundu
É o Jongo e o Caxambú
É o Cateretê, é o Côco e é o Maracatu
O atabaque de Caboclo, o agogô de Afoxé
É a curimba do batucajé
É a capoeira e o Candomblé
É a festa do Brasil mestiço, santuario da fé
E aos sons a palavra do poeta se juntou
E nasceram as canções
E os mais belos poemas de amor
Os cantos de guerra e os lamentos de dor
E pro povo não desesperar
Nós não deixaremos de cantar
Pois esse é o único alento do trabalhador
Ohhh...
Do batuque, da Cabala
O som que a todo povo embala
O som que a todo povo embala
E quanto mais forte o chicote estala
E o povo se encurrala
O som mais forte se propala
O som mais forte se propala
E é o samba
É o ponto de Umbanda
E o tambor de Luanda
É o Maculelê e o lundu
É o Jongo e o Caxambú
É o Cateretê, é o Côco e é o Maracatu
O atabaque de Caboclo, o agogô de Afoxé
É a curimba do batucajé
É a Capoeira e o Candomblé
É a festa do Brasil mestiço, santuario da fé
E aos sons a palavra do poeta se juntou
E nasceram as canções
E os mais belos poemas de amor
Os cantos de guerra e os lamentos de dor
E pro povo não desesperar
Nós não deixaremos de cantar
Pois esse é o único alento do trabalhador
Desde a senzala...
Vem desde o tempo da senzala
Do batuque, da Cabala
O som que a todo povo embala
O som que a todo povo embala
E quanto mais chicote estala
E o povo se encurrala
O som mais forte se propala
O som mais forte se propala
E é o samba
É o ponto de Umbanda
E o tambor de Luanda
É o Maculelê e o lundu
É o Jongo e o Caxambú
É o Cateretê, é o Côco e é o Maracatu
O atabaque de Caboclo, o agogô de Afoxé
É a curimba do batucajé
É a capoeira e o Candomblé
É a festa do Brasil mestiço, santuario da fé
E aos sons a palavra do poeta se juntou
E nasceram as canções
E os mais belos poemas de amor
Os cantos de guerra e os lamentos de dor
E pro povo não desesperar
Nós não deixaremos de cantar
Pois esse é o único alento do trabalhador
Ohhh...
Credits
Writer(s): Paulo Cesar Francisco Pinheiro, Mauro Duarte De Oliveira
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