O Poeta
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e já estava demente
Quando anunciou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e já estava demente
Quando anunciou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Deu um teco na ideia e já estava demente
Quando anunciou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e já estava demente
Quando anunciou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Não te iludas mais, criança
Antes que tenhas tempo pra correr
Já estarás na pança de um aparelho de TV
Tudo está perdido
A inocência corrompeu-se
Por um prato de feijão com arroz
Eu tenho medo
Por mim e por vocês
E pelo que vem depois do fim deste mês
Vejam, o poeta suicidou-se de repente
Deu um teco na ideia e silenciosamente
Nos abandonou
Credits
Writer(s): Marco Polo Guimaraes Martins
Lyrics powered by www.musixmatch.com
Link
Other Album Tracks
© 2024 All rights reserved. Rockol.com S.r.l. Website image policy
Rockol
- Rockol only uses images and photos made available for promotional purposes (“for press use”) by record companies, artist managements and p.r. agencies.
- Said images are used to exert a right to report and a finality of the criticism, in a degraded mode compliant to copyright laws, and exclusively inclosed in our own informative content.
- Only non-exclusive images addressed to newspaper use and, in general, copyright-free are accepted.
- Live photos are published when licensed by photographers whose copyright is quoted.
- Rockol is available to pay the right holder a fair fee should a published image’s author be unknown at the time of publishing.
Feedback
Please immediately report the presence of images possibly not compliant with the above cases so as to quickly verify an improper use: where confirmed, we would immediately proceed to their removal.