Desafogo
Eu reúno forças de onde eu nem tenho
Porque sigo acreditando num valor que vem de dentro
Que me permite chegar e mudar tudo a minha volta
Se duvido de mim mesma, eu mesma dobro a aposta
Tão pequena, tão terrena, quero iluminação
Refletor e não esponja, rebato sua opinião
Olho pro horizonte, parece uma moldura
Vejo prédios e nuvens, ambos na mesma altura
O caos que contracena com a brisa
O quanto te incomoda e o quanto te fortifica?
Nessa dualidade, sei onde seguir
Foi a minha intuição que me trouxe até aqui
Excesso de falácia, limita execução
Tô ungida pela mata que ecoa imensidão
Tapa de ervas na cara, rezas, nunca abri mão
Ciente não só do físico, mente limpa, corpo são
Entre quedas, alguns traumas, como curar a alma?
Dimensiona o processo e vai atrás da tua calma
Suavidade tá no coração, transborda na aura
Quer achar a linha da vida? Ela tá na sua alma
Alguns seguem procurando, outros tão perdido andando
Outros seguem encontrando, e assim mesmo abdicando
Se ser menos é ser mais, resolve essa equação
Um pouco menos de ego, e um pouco mais de noção
O instinto que temos, de ajudar os outros
Às vezes é o motivo de tantos sufocos
Nem sempre quem anda com nós, está por nós
Mas que isso nunca faça nós querermos ficar sós
Orgulho de cada ganho, pois nada veio do nada
Eu criei várias metas pra transformar a jornada
E se tudo transformar, eu só posso admitir
Antes de tudo dar certo, eu pensei em desistir
Alivia e desafoga, tudo sara, pus pra fora
De outro jeito, do meu jeito, sem igual, natural
Dobros os meus joelhos e peço sem hesitar
A quem estiver a ouvir, que não deixe o mal entrar
O meu corpo faz morada para tantos sentimentos
Que ativo os que me elevam
E relevo os que me atormentam
Aprendo sobre limites e sobre acolhimento
A dor é inevitável, opcional é o sofrimento
Respondo aos meus medos, sou maior que isso tudo
Coragem pra seguir, santo forte é meu escudo
E não me iludo em meio a tantos
Mantenho a concentração
Meu desafio diário é aprender a dizer não
Vou no caminho do bem, por ele quero seguir
Se não encontro sentido, não sei o que vou sentir
Serenidade é o que sustenta
E o crescimento está por vir
Sou do tipo que fala pouco, faz muito e ainda sorri
Alguns seguem procurando, outros tão perdido andando
Outros seguem encontrando, e assim mesmo abdicando
Se ser menos é ser mais, resolve essa equação
Um pouco menos de ego, e um pouco mais de noção
Se inteligência atrai vaidade
Por favor, fortaleçamos as irmandades
Conhecimento de nada vale se não for compartilhado
Afinal, qual sentido que existe num livro fechado?
Porque sigo acreditando num valor que vem de dentro
Que me permite chegar e mudar tudo a minha volta
Se duvido de mim mesma, eu mesma dobro a aposta
Tão pequena, tão terrena, quero iluminação
Refletor e não esponja, rebato sua opinião
Olho pro horizonte, parece uma moldura
Vejo prédios e nuvens, ambos na mesma altura
O caos que contracena com a brisa
O quanto te incomoda e o quanto te fortifica?
Nessa dualidade, sei onde seguir
Foi a minha intuição que me trouxe até aqui
Excesso de falácia, limita execução
Tô ungida pela mata que ecoa imensidão
Tapa de ervas na cara, rezas, nunca abri mão
Ciente não só do físico, mente limpa, corpo são
Entre quedas, alguns traumas, como curar a alma?
Dimensiona o processo e vai atrás da tua calma
Suavidade tá no coração, transborda na aura
Quer achar a linha da vida? Ela tá na sua alma
Alguns seguem procurando, outros tão perdido andando
Outros seguem encontrando, e assim mesmo abdicando
Se ser menos é ser mais, resolve essa equação
Um pouco menos de ego, e um pouco mais de noção
O instinto que temos, de ajudar os outros
Às vezes é o motivo de tantos sufocos
Nem sempre quem anda com nós, está por nós
Mas que isso nunca faça nós querermos ficar sós
Orgulho de cada ganho, pois nada veio do nada
Eu criei várias metas pra transformar a jornada
E se tudo transformar, eu só posso admitir
Antes de tudo dar certo, eu pensei em desistir
Alivia e desafoga, tudo sara, pus pra fora
De outro jeito, do meu jeito, sem igual, natural
Dobros os meus joelhos e peço sem hesitar
A quem estiver a ouvir, que não deixe o mal entrar
O meu corpo faz morada para tantos sentimentos
Que ativo os que me elevam
E relevo os que me atormentam
Aprendo sobre limites e sobre acolhimento
A dor é inevitável, opcional é o sofrimento
Respondo aos meus medos, sou maior que isso tudo
Coragem pra seguir, santo forte é meu escudo
E não me iludo em meio a tantos
Mantenho a concentração
Meu desafio diário é aprender a dizer não
Vou no caminho do bem, por ele quero seguir
Se não encontro sentido, não sei o que vou sentir
Serenidade é o que sustenta
E o crescimento está por vir
Sou do tipo que fala pouco, faz muito e ainda sorri
Alguns seguem procurando, outros tão perdido andando
Outros seguem encontrando, e assim mesmo abdicando
Se ser menos é ser mais, resolve essa equação
Um pouco menos de ego, e um pouco mais de noção
Se inteligência atrai vaidade
Por favor, fortaleçamos as irmandades
Conhecimento de nada vale se não for compartilhado
Afinal, qual sentido que existe num livro fechado?
Credits
Writer(s): Anna Carolina Almeida Batista, Anna Suav
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