A Vida Toda Pt.2
Deixa que la chegue a noite e que a noite traga o alívio
De deixar de fingir e de viver em sacrifício
Num dilúvio dúbio entre o que quero e acredito,
eu espero sempre um amanhã bonito.
O que eu não esqueço é meu como átomos,
fantasmas gastos e eu ato nos
pés um retrato dos corpos nus,
deitados onde juntos fomos um.
Beijei-te a pálpebra e neguei a álgebra
que aqui um mais um é um,
amor em tempo de cólera,o teu corpo sabe a pólvora
e eu já não sei se é fome ou se é jejum.
Não sei se te esqueço ou se quando te esqueço
morrem também partes de mim,
conheço o teu avesso debruço-me e escrevo vi-te nas entranhas jardim.
Nada sabe ao que sabia e é sádica a ironia,
mas isso acho que já sabias,
vivemos a mesma máxima
quando tens o que queres vê se ainda queres tudo o que querias?
Eu tinha paz quando tinha nada,
eu tenho caos mas de bolsos cheios,
tínhamos uma estrada, dois passeios,
chegamos ao fim mas juro vimos meios.
Eu juro que chorei tanto que flutuei no banco
e fui do quarto até à sala,
já não estamos lado a lado, isto é um nada a nado
onde perde quem guarda mas morre quem fala .
Não é um novo testamento, é um novo teste a medo
que a vida sem ti é uma novidade,
e eu que sou tradições queimei as recordações
só pra fingir que estou mais à vontade.
Aplaudiram-me no coliseu,
e eu sem colo e sem ser eu,só levantei a mão,
mas não dormia há 5 dias
e depois de noites frias prémios só sabem a solidão .
Amaste-me antes do palco e antes dos agentes,
antes do salto e antes de eu ser gente,
amei-te tanto quanto o que podia,
não é Carolina pra ti é Maria.
Não era pra vida toda? E nós rimos juntos.
Não fomos só a vida, juntos fomos tudo.
Não é pra vida toda? E nós rimos juntos.
Não fomos só a vida, juntos fomos tudo.
De deixar de fingir e de viver em sacrifício
Num dilúvio dúbio entre o que quero e acredito,
eu espero sempre um amanhã bonito.
O que eu não esqueço é meu como átomos,
fantasmas gastos e eu ato nos
pés um retrato dos corpos nus,
deitados onde juntos fomos um.
Beijei-te a pálpebra e neguei a álgebra
que aqui um mais um é um,
amor em tempo de cólera,o teu corpo sabe a pólvora
e eu já não sei se é fome ou se é jejum.
Não sei se te esqueço ou se quando te esqueço
morrem também partes de mim,
conheço o teu avesso debruço-me e escrevo vi-te nas entranhas jardim.
Nada sabe ao que sabia e é sádica a ironia,
mas isso acho que já sabias,
vivemos a mesma máxima
quando tens o que queres vê se ainda queres tudo o que querias?
Eu tinha paz quando tinha nada,
eu tenho caos mas de bolsos cheios,
tínhamos uma estrada, dois passeios,
chegamos ao fim mas juro vimos meios.
Eu juro que chorei tanto que flutuei no banco
e fui do quarto até à sala,
já não estamos lado a lado, isto é um nada a nado
onde perde quem guarda mas morre quem fala .
Não é um novo testamento, é um novo teste a medo
que a vida sem ti é uma novidade,
e eu que sou tradições queimei as recordações
só pra fingir que estou mais à vontade.
Aplaudiram-me no coliseu,
e eu sem colo e sem ser eu,só levantei a mão,
mas não dormia há 5 dias
e depois de noites frias prémios só sabem a solidão .
Amaste-me antes do palco e antes dos agentes,
antes do salto e antes de eu ser gente,
amei-te tanto quanto o que podia,
não é Carolina pra ti é Maria.
Não era pra vida toda? E nós rimos juntos.
Não fomos só a vida, juntos fomos tudo.
Não é pra vida toda? E nós rimos juntos.
Não fomos só a vida, juntos fomos tudo.
Credits
Writer(s): Carolina Deslandes, Diogo Clemente
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