Na Roda da Embolada
Para cantar só preciso
Da permissão da vontade
Que habita nas profundezas
Da mente civilizada
Canto cantiga de roda
Na roda da embolada
Na roda da embolada
Eu também quero embolar
O amor mais doce e perfeito
Do peito se arrepiar
É quando toco a viola
E o mundo torna a girar
E o mundo torna a girar
Do mi sol si ré fá lá
Na íris do nosso olho
Num turbilhão de além-mar
Varrendo todo planeta
No jogo de improvisar
No jogo de improvisar
Que a vida pede outra história
Daquelas que não se escreve
Porque se tem na memória
Gravada como ela está
No peito de quem mais chora
Para cantar só preciso
Da permissão da vontade
Que habita nas profundezas
Da mente civilizada
Canto cantiga de roda
Na roda da embolada
Na roda da embolada
Eu também quero embolar
O amor mais doce e perfeito
Do peito se arrepiar
É quando toco a viola
E o mundo torna a girar
E o mundo torna a girar
Do mi sol si ré fá lá
Na íris do nosso olho
Um turbilhão de além-mar
Varrendo todo planeta
No jogo de improvisar
No jogo de improvisar
Que a vida pede outra história
Daquelas que não se escreve
Porque se tem na memória
Gravada como ela está
No peito de quem mais chora
Da permissão da vontade
Que habita nas profundezas
Da mente civilizada
Canto cantiga de roda
Na roda da embolada
Na roda da embolada
Eu também quero embolar
O amor mais doce e perfeito
Do peito se arrepiar
É quando toco a viola
E o mundo torna a girar
E o mundo torna a girar
Do mi sol si ré fá lá
Na íris do nosso olho
Num turbilhão de além-mar
Varrendo todo planeta
No jogo de improvisar
No jogo de improvisar
Que a vida pede outra história
Daquelas que não se escreve
Porque se tem na memória
Gravada como ela está
No peito de quem mais chora
Para cantar só preciso
Da permissão da vontade
Que habita nas profundezas
Da mente civilizada
Canto cantiga de roda
Na roda da embolada
Na roda da embolada
Eu também quero embolar
O amor mais doce e perfeito
Do peito se arrepiar
É quando toco a viola
E o mundo torna a girar
E o mundo torna a girar
Do mi sol si ré fá lá
Na íris do nosso olho
Um turbilhão de além-mar
Varrendo todo planeta
No jogo de improvisar
No jogo de improvisar
Que a vida pede outra história
Daquelas que não se escreve
Porque se tem na memória
Gravada como ela está
No peito de quem mais chora
Credits
Writer(s): Josias Sobrinho
Lyrics powered by www.musixmatch.com
Link
Other Album Tracks
© 2024 All rights reserved. Rockol.com S.r.l. Website image policy
Rockol
- Rockol only uses images and photos made available for promotional purposes (“for press use”) by record companies, artist managements and p.r. agencies.
- Said images are used to exert a right to report and a finality of the criticism, in a degraded mode compliant to copyright laws, and exclusively inclosed in our own informative content.
- Only non-exclusive images addressed to newspaper use and, in general, copyright-free are accepted.
- Live photos are published when licensed by photographers whose copyright is quoted.
- Rockol is available to pay the right holder a fair fee should a published image’s author be unknown at the time of publishing.
Feedback
Please immediately report the presence of images possibly not compliant with the above cases so as to quickly verify an improper use: where confirmed, we would immediately proceed to their removal.