Cantiga Solta
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
E no compasso desse choro
A gente pede para viver
Fazendo dessa vida
Um modo de aprender
Que as aparências não enganam
Quando se quer renunciar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
E no compasso desse choro
A gente pede para viver
Fazendo dessa vida
Um modo de aprender
Que as aparências não enganam
Quando se quer renunciar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
E no compasso desse choro
A gente pede para viver
Fazendo dessa vida
Um modo de aprender
Que as aparências não enganam
Quando se quer renunciar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
E no compasso desse choro
A gente pede para viver
Fazendo dessa vida
Um modo de aprender
Que as aparências não enganam
Quando se quer renunciar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Bate o pino, perde o leme
Até o barco naufragar
Tenho uma cantiga solta
Dentro do coração
Velha amiga e companheira
Das horas de solidão
Quando a dor nos fere a calma
Fazendo vir a ser
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Carta fora do baralho
Que não aprendeu perder
Credits
Writer(s): Augusto Bastos, Josias Sobrinho
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