No Escuro Iluminado
Longe da penumbra
Na luz alheia de que me curo
Sigo a própria sombra
Em direcção ao meu canto escuro
Olhos que não me vêem
Corações que se ressentem
Crenças que se crêem
Nobres mas incorrectas
Não faz mal
As suas certezas
São a minha irresolução
As suas clarezas
Enleiam-me ao chão
Tempo só precioso
Das fachadas afastado
Escavo mais para sair do fosso
No Escuro Iluminado
Não faz mal
Na luz alheia de que me curo
Sigo a própria sombra
Em direcção ao meu canto escuro
Olhos que não me vêem
Corações que se ressentem
Crenças que se crêem
Nobres mas incorrectas
Não faz mal
As suas certezas
São a minha irresolução
As suas clarezas
Enleiam-me ao chão
Tempo só precioso
Das fachadas afastado
Escavo mais para sair do fosso
No Escuro Iluminado
Não faz mal
Credits
Writer(s): Duarte Saldanha
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