Cru
Será que aquele cara 'tava certo?
O poder corrompe a todos
E nós vamos para o inferno?
O futuro é um dilema de escolhas contínuas
E a cada passo que damos
Aproximamo-nos das cortinas
A vida é esse palco que não usa nenhuma câmera
Tudo é teatreado sem um foco de atenção
Somos coadjuvantes de toda essa trama
Criada pelo divino dono da criação
Roteirista do destino
Mas não seremos todos?
Somos filhos do Deus vivo
Ou quem sabe do Deus morto?
Pois todos vós sois deuses
Correndo pelo poder
A vontade move o homem
E quem há de prevalecer?
Nessa selva, mundo cão
Árvores de pedra, vulcão
O homem em erupção
À beira da destruição
E o mar aparece
Revelando o coração
Se até Jesus chorou
Por que não chora o meu povo?
O ódio tá tão grande
Aumento da corrupção
Não apenas do governo
Sinto no meu coração
Estou sendo apenas sincero
Falta isso em muita gente
Dizem ser teus amigos
E te apunhalam de repente?
Não foi tão de repente
Repare, pare e veja
Fingem não ter pecados
E o culpado te apedreja?
Seguimos contando histórias
Criando novas culturas
Evoluindo e destruindo
Num eterno círculo de desculpas
Tentando justificar o motivo disso tudo
Não adianta tentar corrigir
O ser humano é cascudo
Inventam preconceitos
Sempre criando guerras
No macro, no micro
Vivemos nessa tragédia!
Fingimos tratar de uma comédia
Mas não se engane, meu pequeno gafanhoto
Não se trata de um lado?
Matavam até os canhotos!
Se algo for estranho ou fugir de um padrão
Logo, é descartado como Eva e Adão
Temos que viver na rédea
Lutando pela sobrevivência
Correndo atrás de um prêmio
Que nem sabemos da existência
E quem é esse Deus que inspira todo mundo?
A luta pelo poder de um pobre vagabundo
É assim que me julgavam
Por querer falar do tudo
Tocar a mente de quem não sente
Que estamos em apuros
Alertar sobre o perigo de querer competir
Pensar na unidade, sempre olhando pra si
E o que tu faz para mudar a nossa forma de pensar?
É pregar o mandamento do amar, amar
Mas isso não importa, nossa vida é muito curta
Então curta o que vem pela frente
E pense na sua desculpa
Viva por essa vida
Seja mesmo egoísta
Vai idade, vaidade
Só pra que alguém te assista
O palco é para todos
Não esqueça desse ditado
Não tem ninguém assistindo
Não espere pelos aplausos
O palco é para todos
Não esqueça desse ditado
Não ninguém assistindo
Não espere pelos aplausos
Não espere pelos aplausos
Seguimos contando histórias
Criando novas culturas
Evoluindo e destruindo
Num eterno círculo de desculpas
Tentando justificar o motivo disso tudo
Não adianta tentar corrigir
O ser humano é cascudo
Inventam preconceitos
Sempre criando guerras
No macro, no micro
Vivemos nessa tragédia
Fingimos tratar de uma comédia
Mas não se engane, meu pequeno gafanhoto
Não se trata um lado?
Matavam até os canhotos!
Matavam até os canhotos!
Não se trata de um lado
O poder corrompe a todos
E nós vamos para o inferno?
O futuro é um dilema de escolhas contínuas
E a cada passo que damos
Aproximamo-nos das cortinas
A vida é esse palco que não usa nenhuma câmera
Tudo é teatreado sem um foco de atenção
Somos coadjuvantes de toda essa trama
Criada pelo divino dono da criação
Roteirista do destino
Mas não seremos todos?
Somos filhos do Deus vivo
Ou quem sabe do Deus morto?
Pois todos vós sois deuses
Correndo pelo poder
A vontade move o homem
E quem há de prevalecer?
Nessa selva, mundo cão
Árvores de pedra, vulcão
O homem em erupção
À beira da destruição
E o mar aparece
Revelando o coração
Se até Jesus chorou
Por que não chora o meu povo?
O ódio tá tão grande
Aumento da corrupção
Não apenas do governo
Sinto no meu coração
Estou sendo apenas sincero
Falta isso em muita gente
Dizem ser teus amigos
E te apunhalam de repente?
Não foi tão de repente
Repare, pare e veja
Fingem não ter pecados
E o culpado te apedreja?
Seguimos contando histórias
Criando novas culturas
Evoluindo e destruindo
Num eterno círculo de desculpas
Tentando justificar o motivo disso tudo
Não adianta tentar corrigir
O ser humano é cascudo
Inventam preconceitos
Sempre criando guerras
No macro, no micro
Vivemos nessa tragédia!
Fingimos tratar de uma comédia
Mas não se engane, meu pequeno gafanhoto
Não se trata de um lado?
Matavam até os canhotos!
Se algo for estranho ou fugir de um padrão
Logo, é descartado como Eva e Adão
Temos que viver na rédea
Lutando pela sobrevivência
Correndo atrás de um prêmio
Que nem sabemos da existência
E quem é esse Deus que inspira todo mundo?
A luta pelo poder de um pobre vagabundo
É assim que me julgavam
Por querer falar do tudo
Tocar a mente de quem não sente
Que estamos em apuros
Alertar sobre o perigo de querer competir
Pensar na unidade, sempre olhando pra si
E o que tu faz para mudar a nossa forma de pensar?
É pregar o mandamento do amar, amar
Mas isso não importa, nossa vida é muito curta
Então curta o que vem pela frente
E pense na sua desculpa
Viva por essa vida
Seja mesmo egoísta
Vai idade, vaidade
Só pra que alguém te assista
O palco é para todos
Não esqueça desse ditado
Não tem ninguém assistindo
Não espere pelos aplausos
O palco é para todos
Não esqueça desse ditado
Não ninguém assistindo
Não espere pelos aplausos
Não espere pelos aplausos
Seguimos contando histórias
Criando novas culturas
Evoluindo e destruindo
Num eterno círculo de desculpas
Tentando justificar o motivo disso tudo
Não adianta tentar corrigir
O ser humano é cascudo
Inventam preconceitos
Sempre criando guerras
No macro, no micro
Vivemos nessa tragédia
Fingimos tratar de uma comédia
Mas não se engane, meu pequeno gafanhoto
Não se trata um lado?
Matavam até os canhotos!
Matavam até os canhotos!
Não se trata de um lado
Credits
Writer(s): Seu Barbosa
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